Nos bastidores desse casamento, Izabel: uma noiva que precisou aprender a equilibrar tudo: trabalho, faculdade, compromissos na igreja, família, amigos e aquele turbilhão de sentimentos que só quem já sonhou com o altar conhece. Foram dias corridos, noites em claro e uma fé que nunca vacilou — mesmo quando o cansaço batia mais forte.
E então veio ela. No meio do espaço da festa, uma castanheira seca. Sozinha, no centro de tudo. Mas pra eles, aquela árvore nunca esteve vazia. Era um símbolo. Um lembrete silencioso de esperança, de renovo. Como se dissesse, baixinho: “vai dar certo”. E deu. Até hoje, toda vez que eles olham aquela árvore nas fotos, o coração acelera e os olhos enchem de lágrimas.

Outro capítulo dessa história é o vestido. A mãe da noiva sempre sonhou em costurá-lo, e a filha — fugindo do aluguel e desejando algo que fosse só dela — decidiu realizar esse sonho juntas. Cada renda, cada ponto, cada noite sem dormir foi costurado com amor. Na última semana, a mãe mal dormiu, mas o vestido ficou perfeito. Tão perfeito que rendeu até um ensaio exclusivo. Até hoje, todo mundo comenta. Porque ali, mais do que tecido, havia laços. Laços de mãe, de filha, de amizade. Laços de quem costura sonhos com as próprias mãos.
A cerimônia foi leve, do jeitinho deles. Teve riso, lágrima e até umas “bronquinhas” trocadas com o olhar durante a mensagem. Tudo muito íntimo, muito real. Era amor em forma de detalhes.
E aí, entra a Maju. Nesse trecho, deixo a própria noiva contar:
“A Maju chegou pra fazer um story… e acabou arrumando meu cabelo preso na gola do vestido — detalhe que nem a cabeleireira tinha conseguido resolver! Ela foi muito mais do que influencer. Foi parceira, foi humana. Tratou nossa família como dela, e nosso sonho como se fosse o dela. O olhar dela — e do André — nos registros é sensível, verdadeiro. Ver os takes deles é reviver tudo. E seguir a Maju até hoje é lembrar da melhor escolha que fiz.”



